Amana Katu

Amana Katu

pará
Start-up social criada com o objetivo de universalizar o acesso à água potável na Amazônia, por meio da comercialização de tecnologias de uso sustentável da água. A cada cinco sistemas vendidos, um é doado a uma família de baixa renda sem acesso à água. Quase 7 mil pessoas foram beneficiadas. 

O negócio é baseado em um modelo sustentável que permite reservar água da chuva por meio de uma cisterna reaproveitada da indústria alimentícia, reduzindo resíduos, abastecendo de comunidades ribeirinhas a residências na periferia de grandes centros urbanos na Região Metropolitana de Belém. 

A captação de água da chuva gera uma economia que faz com que o investimento se pague em dois meses. O processo justifica o nome, que vem do tupi-guarani e significa “chuva boa”.

Guaraná Antarctica

Guaraná Antarctica

Amazonas / São paulo
Há mais de meio século, a AMBEV mantém, em Maués, no Amazonas, a Fazenda Santa Helena, onde cultiva os frutos que dão origem ao Guaraná Antarctica. A partir de um Plano de Manejo Orgânico, o cultivo do guaraná é feito em pequenas áreas rodeadas de mata nativa, com práticas voltadas à agricultura regenerativa, uso de insumos naturais e atenção ao impacto social, beneficiando cerca de mil famílias.

O resultado é o fortalecimento da cultura do guaraná e o aumento da produtividade de forma sustentável. A fazenda possui selo de Certificação Orgânica de Produção Primária Vegetal (PPV). A AMBEV também mantém, desde os anos 1960s, uma fábrica de extrato de guaraná em Maués.

Mazô Maná

Mazô Maná

pará
Start-up de impacto socioambiental que desenvolve e produz alimentos naturais e saudáveis, combinando múltiplos ingredientes amazônicos e criando um mix de produtos com alto valor agregado. 

O carro chefe é o suplemento Super Shake da floresta, que é feito de produtos da biodiversidade amazônica e mistura ingredientes como o açaí, babaçu, cacau, cajá, câmu-câmu, castanha, cogumelo amazônico, cumaru, cupuaçu, pupunha, graviola, murici e pimenta cumari, formando um produto com alto poder nutricional. 

A partir de uma atuação em rede, com o envolvimento de povos tradicionais, agricultores familiares, ONGs e institutos, a Mazô Maná busca reconhecer os serviços socioambientais prestados pelos povos da floresta por meio de mecanismos de valorização desses serviços. O objetivo é fomentar a economia da floresta de pé e fortalecer uma economia de diversidade socioambiental.

Amazônia
Smart Food

Amazônia Smart Food

Amazonas
Uma start-up amazônica que desenvolve alimentos veganos, funcionais e sustentáveis, produzidos com baixo impacto ambiental, utilizando insumos locais de produtores rurais de origem agroflorestal.  
A rastreabilidade é outra tecnologia empregada para garantir a produtividade, inovação e sustentabilidade das cadeias produtivas, contribuindo para manter  a floresta em pé e respeitando as comunidades e povos tradicionais envolvidos na produção da matéria-prima. 

Hambúrgueres, almôndegas e salsichas produzidos pela Amazônia SmartFoods são comercializados por supermercados, empórios, restaurantes e lanchonetes do Amazonas, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. 

Engenho
Café de Açaí

Engenho Café de Açaí

Amapá
Empresa que nasceu em 2020, com o objetivo de reaproveitar o caroço de açaí, gerando emprego e renda e reduzindo os impactos ambientais dos resíduos do mercado do fruto, um dos carros-chefes da bioeconomia amazônica. Para se ter uma ideia, só no Amapá são descartados, diariamente, mais de 24 mil quilos de caroço de açaí nas áreas urbanas de Macapá e Santana, duas das maiores cidades do estado. 

Com base nisso, a Engenho desenvolveu uma solução inovadora: o café de açaí, uma bebida produzida a partir da torra dos caroços de açaí com características semelhantes ao café tradicional, porém sem cafeína e com inúmeros benefícios à saúde por conter vitaminas A, D, E, K, minerais, fibras, antioxidantes, antocianinas e taninos, importantes para a prevenção da perda óssea, redução do risco de diabetes, melhora da saúde cardiovascular e perda de peso

MAHTA – Nutrição
Regenerativa da Floresta

MAHTA – Nutrição Regenerativa da Floresta

são paulo
Foodtech que produz suplementos alimentares feitos com ingredientes provenientes de comunidades tradicionais e de pequenos agricultores que operam em sistemas agroflorestais na Amazônia. 

Ao mesmo tempo em que busca entregar valor nutricional diferenciado aos consumidores, impulsiona a conservação e a regeneração da Amazônia por meio da produção de alimentos em pó a partir de ingredientes como cacau, cupuaçu, açaí, cumaru, graviola, bacuri e taperebá, combinando a sabedoria ancestral da Floresta e dos povos originários com o melhor da ciência nutricional. 

Manioca

Manioca

pará
Criada em 2014, a Manioca transforma ingredientes da biodiversidade amazônica, como tucupi, cupuaçu, cumaru e taberebá, em temperos, molhos, geleias, granolas, farinhas e farofas. 

Tudo de forma artesanal e sustentável, sem uso de agrotóxicos, movimentando a economia circular e contribuindo com a conservação da biodiversidade.  

Além de valorizar os produtos da Amazônia, o negócio contribui para o desenvolvimento da cadeia produtiva da região e da gastronomia. Os produtos Manioca estão presentes em 13 Estados brasileiros e podem ser adquiridos, também, pela Internet. 

Deveras
Amazônia

Deveras Amazônia

pará
Geleia de pimentas da Amazônia, conserva de vitória-régia, licor de tucupi e pimenta e cupulate, produzido a partir da amêndoa do cupuaçu, testado e desenvolvido em parceria com o Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). 

A Deveras é, literalmente, resultado da fusão das ciências moderna e tradicional. Criada por três pesquisadores da biodiversidade amazônica, a empresa cria seus produtos a partir de frutos da biodiversidade amazônica, por meio da ciência aplicada ao conhecimento de comunidades tradicionais da Amazônia, que também fornecem a matéria-prima.

D’Amazônia Origens

D’AmazôniaOrigens

amazonas
Fundada em 2012, em Maués, no Amazonas, a D’Amazônia Origens é uma referência no cultivo, processamento e comercialização do guaraná. Ela foi criada pelo italiano Luca D’Ambros, que estabeleceu uma grande amizade com José Francisco Marques, um dos mais tradicionais produtores de guaraná na região, e aprendeu com ele sobre o cultivo secular na região. Após a morte de Francisco, Luca, adquiriu sua propriedade e deu continuidade ao cultivo, produção e beneficiamento do guaraná.

Aliando tecnologia (como equipamentos e Internet para vender os produtos direto ao consumidor final) ao conhecimento tradicional de outros produtores da região, a D’Amazônia agregou valor a seus produtos e contribuiu para aumentar a renda de mais de 30 famílias produtoras, que usam o sistema tradicional de cultivo, sem agrotóxicos e com colheita manual, respeitando o tempo da natureza. 

Xingu Tijolos Sustentáveis

Xingu Tijolos Sustentáveis

pará
Os tijolos feitos de caroço de açaí foram criados pela empreendedora Geisiane Nascimento, fundadora da empresa, localizada em Altamira. O objetivo era buscar uma fabricação sustentável que reduzisse os resíduos não só das obras como da produção de açaí no Pará, que compromete igarapés e os sistemas pluviais das grandes cidades. 

Além disso, os tijolos sustentáveis emitem menos carbono, uma vez que não precisam de forno para serem fabricados. Após um processo de secagem, o caroço de açaí é triturado e, depois, passa por um processo de compressão junto a outros materiais. Depois de compactados, um novo processo de secagem, e eles estão prontos para as obras. 

Bioplástico da Amazônia

Bioplástico da Amazônia

amazonas
Um projeto que une comunidades tradicionais, instituições de pesquisa, empresas e ONGs, está usando as fibras do ouriço da castanha-do-Brasil como matéria-prima para a fabricação de bioplástico, contribuindo para aumentar a renda de 30 famílias de seis comunidades agroextrativistas, indígenas e ribeirinhas de Lábrea, no Sul do Amazonas ⎯  uma região pressionada pelo desmatamento. O produto está entrando em produção em escala comercial no Polo Industrial de Manaus.

Moda Paimm – Tecido vegetal

Moda Paimm – Tecido vegetal

são paulo / acre
A Paimm é uma marca de moda corporativa sustentável, pioneira em uniformes sustentáveis com o chamado ‘couro vegetal’ ⎯ um tecido à base da borracha que substitui o couro animal pelo látex produzido por seringueiros de Feijó, no Acre. 

Foram dois anos de pesquisas e testes para unir o tecido e a borracha em um único produto inovador e sustentável, com o potencial de contribuir para a conservação da Amazônia. 

Isso porque, além de comprar a borracha de comunidades extrativistas, respeitando os direitos e o tempo da floresta e de seus povos, a confecção das roupas sustentáveis envolve a reciclagem de garrafas pet e resíduos têxteis. 

Amazonzyme

Amazonzyme

Amazonas
A partir de amostras genéticas de Terra Preta de Índio da Amazônia, a Amazonzyme produziu a enzima lipase, um aditivo biológico muito eficiente e com potencial biodegradável. Esse é um dos produtos sustentáveis que a empresa criou a partir do uso consciente da diversidade microbiana do bioma. 

As enzimas microbianas são proteínas catalíticas produzidas por microrganismos, como bactérias e fungos, e desempenham um papel fundamental em processos biológicos e industriais. 

Os microrganismos da Amazônia representam uma nova fonte de enzimas com características únicas, com potencial para serem utilizadas em processos biotecnológicos, como a degradação de resíduos orgânicos e a produção de bioplásticos

Bicicleta com bioplástico de açaí

Bicicleta com bioplástico de açaí

amazonas
O bioplástico amazônico produzido a partir do caroço do açaí foi adotado pela indústria de bicicletas na fabricação de peças, como pedais, deixando os produtos mais sustentáveis e contribuindo para a gestão de resíduos. A inovação é resultado do trabalho de pesquisadores da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e da fabricante de bicicletas OX da Amazônia, sediada em Manaus, que apostaram no bioplástico de fonte florestal como matéria-prima potencial para a fabricação de bicicletas. A iniciativa gera renda e reduz as emissões de carbono, uma vez que estimula a conservação da floresta ⎯ até por depender dela.

Natura

Natura

são paulo
Há mais de duas décadas inserindo elementos da biodiversidade amazônica na composição de seus produtos cosméticos, a Natura atua na Amazônia com base em três eixos centrais: a economia da floresta em pé, o bem-estar das populações amazônicas e o desmatamento zero. 

Segundo a empresa, sua atuação contribui para a conservação de dois milhões de hectares de floresta e para o desenvolvimento de 34 comunidades envolvidas nas cadeias produtivas, impactando diretamente mais de 29 mil pessoas. Atualmente, são 39 os bioingredientes da floresta utilizados pela Natura para a fabricação de perfumes, sabonetes, xampus e outros cosméticos. 
Até 2030, a meta da Natura é ampliar para três milhões de hectares a área conservada.

Acmella Beauty Cosmetics

Acmella Beauty Cosmetics

amapá
Com o nome inspirado no nome científico do jambu (Acmella oleracea), uma planta muito popular na Amazônia, a Acmella Beauty Cosmetics se tornou uma start-up acelerada pelo projeto Inova Amazônia em 2022. 

A criadora da marca, a farmacêutica Mayara Pinheiro, Doutora em Biotecnologia, é uma mulher amazônida que aprendeu com a mãe, desde a infância, o potencial benéfico dos óleos, argilas e ervas regionais da Amazônia, seja para a beleza ou a saúde. 

Ela aplicou inovação, ciência e tecnologia a esses saberes tradicionais para criar cosméticos 100% naturais, formulados com extratos amazônicos como o açaí e, claro, o jambu. 

Toque Amazônico

Toque Amazônico

rondônia
A Saboaria Rondônia foi a primeira indústria de cosméticos de Rondônia idealizada e gerenciada por mulheres do campo. A ideia do negócio nasceu em 2015, durante a luta de mulheres empreendedoras rurais da Estância Turística Ouro Preto do Oeste, interior de Rondônia, a partir de um projeto de base comunitária que aliava conservação ambiental, empoderamento feminino e desenvolvimento socioeconômico. 

Aliando o extrativismo vegetal com a recuperação de áreas degradadas, por meio do plantio de espécies como babaçu, buriti, café, murumuru, pracaxi, andiroba e copaíba, essas mulheres conseguiram agregar valor às cadeias produtivas da região, principalmente das palmeiras de Buriti e Babaçu.

Óleo de macaúba contra a COVID-19

Óleo de macaúba contra a COVID-19

mato grosso do sul
A macaúba, uma palmeira nativa do Brasil, é a matéria prima de um biossanitizante ecológico e de baixo custo desenvolvido pela empresa Soleá em parceria com o Instituto SENAI de Inovação em Biomassa, com apoio da EMBRAPII, durante a pandemia da COVID-19. 

Produzido a partir do bio-óleo da macaúba, ele foi criado para a esterilização de áreas comuns, como transporte público, com custo mais baixo e menores impactos para o meio ambiente. 

O projeto foi desenvolvido em parceria com a empresa Soleá e com o apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII).

Encantos da floresta

Encantos da floresta

acre
Baseada no Acre, a Encantos da Floresta desenvolve linhas de produtos com propriedades medicinais e estéticas, baseados nas seivas e óleos vegetais da Amazônia. Os produtos são 100% naturais, sem aditivos químicos e veganos. A seiva Sangue de Dragão, o bálsamo de copaíba e o óleo vegetal de andiroba são extraídos de forma artesanal e sustentável por comunidades tradicionais do Acre e do Amazonas e enviados para um laboratório em Minas Gerais, onde os produtos são envasados, rotulados e enviados aos centros de distribuição. 

Amazonly

Amazonly

amapá
A Amazonly atua no Amapá desde 2020 com o processamento e beneficiamento de óleos e manteigas vegetais da Amazônia, entre elas, andiroba, pracaxi, açaí, copaíba, patuá, tucumã, cupuaçu. O objetivo é gerar produtos com alto valor agregado, verticalizar a cadeia de produtos amazônicos e fomentar as indústrias farmacêutica, de cosméticos e de alimentos. 

A matéria-prima vem de comunidades ribeirinhas, indígenas e quilombolas da Amazônia, que integram a cadeia produtiva, assim como universidades, laboratórios e centros de pesquisa. 

O projeto é realizado pela Amazonly em parceria com o Instituto SENAI de Inovação em Química Verde e com apoio da EMBRAPII. Esse é um dos 2,9 mil projetos de PD&I desenvolvidos pela Rede dos 28 Institutos SENAI de Inovação espalhados pelo Brasil. 

Sioduhi Studio

Sioduhi Studio

amazonas
Criada em 2020 pelo Sioduhi, indígena do povo Piratapuya, do Alto Rio Negro, no município de São Gabriel da Cachoeira, o Sioduhi Studio utiliza matérias-primas naturais certificadas e recicladas de estoques parados para criar coleções que expressam a resistência das populações amazônidas, tendo como referência o futurismo indígena.  

Destaque nas últimas edições do Brasil Eco Fashion Week, o Sioduhi alia a pesquisa e inovação a processos tecnológicos ancestrais, resultando em tecnologias como a ManioColor®, uma técnica de tingimento natural desenvolvida a partir da casca de mandioca que, além de agregar valor às coleções, ressignifica uma parte da planta antes considerada resíduo. Mais uma inovação conectada aos sistemas agrícolas tradicionais da Amazônia! 

VERT/VEJA

VERT/VEJA

paris / são paulo
Com design parisiense e matéria-prima e produção brasileiras, a Vert/Veja chegou ao mercado com a proposta de ressignificar a fabricação de tênis, tornando-a mais sustentável e criando uma identificação junto ao público brasileiro.

Usando algodão agroecológico produzido no Nordeste, couro do Rio Grande do Sul e do Uruguai e borracha da Amazônia, os tênis da empresa estão entre os mais sustentáveis do planeta, com 53% da sua composição de materiais recicláveis. 

Atualmente, a produção do látex usado na sola dos tênis vem da RESEX Chico Mendes, no Acre, e envolve mais de 1200 famílias de seringueiros, que, segundo a empresa, recebem uma remuneração quatro vezes maior que o preço de mercado por seus produtos. 
O produto é resultante de  parceria com o Instituto SENAI de Inovação em Engenharia de Polímeros, com apoio da EMBRAPII.

Dr. da Borracha

Dr. da Borracha

acre
O látex, extraído da seringueira, é a matéria-prima de sandálias, sapatilhas e botas produzidas pelo Dr. da Borracha, como é conhecido o seringueiro e artesão José Araújo. A borracha da floresta, usada na fabricação de pneus de aviões, vira arte nas mãos do Dr. da Borracha. 

Mas foi a decisão de buscar uma inovação na fabricação de sapatos de látex, agregando uma técnica desenvolvida pelo Laboratório de Química da Universidade de Brasília (UnB), chamada Folha Semi Artefato, que permitiu ao Dr. da Borracha criar peças diferenciadas, conquistar um novo público e escalar a produção ⎯ hoje ele vende para todo o Brasil.

Inovação que vem transformando a vida de famílias de outros seringueiros de Epitaciolândia, na Resex Chico Mendes, onde a produção acontece!

Treeback

Treeback

roraima
Start-up nascida em Roraima, converte em plantios de árvores os pontos obtidos por compras on-line em lojas parceiras. O objetivo da empresa é fazer a recuperação de áreas degradadas na Amazônia. 
Ao fazer as compras, o usuário gera um cashback em mudas plantadas e ganha acesso a um sistema criado para monitorar a árvore que ele ajudou a plantar por meio do programa, além de obter sua geolocalização, espécie e imagem. 

O serviço está disponível em sites como Aliexpress, Americanas, Magalu, Amazon, Nike, Centauro e C&A. 

Conexão Floresta Sistema de sensoriamento

Conexão Floresta Sistema de sensoriamento

rio grande do sul
A Natura e o Instituto Senai de Inovação em Sistemas de Sensoriamento desenvolveram uma tecnologia para dar suporte às comunidades tradicionais no cultivo de folhas e sementes, contribuindo para o uso inteligente da biodiversidade e as atividades produtivas locais. Trata-se do Sistema de Sensoriamento IoT, que associa condições ambientais e parâmetros de qualidade das plantas. 

O sistema viabiliza o suporte técnico às comunidades, além de permitir o acompanhamento, rastreio e verificação de requisitos de qualidade e minimizar perdas no armazenamento, transporte e transformação. Os dados são enviados por celular para uma rede de servidores na ‘nuvem’, usando uma plataforma de software movida a energia solar.

Flor de Jambu

Flor de Jambu

são paulo / pará
Loja on-line que facilita a comercialização de produtos amazônicos produzidos por pequenos e médios produtores ou empreendedores da região em outros Estados do país. 

O negócio, criado por dois paraenses radicados em São Paulo, consiste em comprar de produtores do Amazonas, Rondônia e Pará que seguem critérios sustentáveis e revender para todo o Brasil, contribuindo para gerar renda, divulgar a cultura amazônica e para a manutenção da biodiversidade e dos modos de vida dos comunitários. 

A plataforma oferece mais de 100 produtos, desde cerâmicas até sementes, e permite buscar produtos por tipo de produção: comunidades indígenas, ribeirinhas, proveniente da agricultura familiar, cooperativas, lideranças femininas ou pequenos e médios empreendedores. 

DCO Sustentável

DCO Sustentável

pará
Exemplo de inovação baseada na natureza, a DCO é um negócio de microgeração de energia elétrica da região de Belém. O modelo é totalmente adaptado à realidade amazônica, utilizando a variação do nível dos rios para produzir energia renovável. 

Isso é combinado com a geração por placas solares, evitando o desabastecimento em caso de baixa das águas. 

Essa produção é voltada para a agroindústria, abastecendo a produção de cacau por populações ribeirinhas em localidades onde não há acesso à energia elétrica. 

Solalis  Barco Solar

Solalis  Barco Solar

amazonas
Na Amazônia, as embarcações são o principal meio de transporte, e as hidrovias são as “rodovias” de lá. Uma empresa de Manaus desenvolve e fabrica barcos elétricos movidos a energia solar ⎯ equipados com motor elétrico, baterias modulares, painéis fotovoltaicos com cascos de biopolímeros feitos de insumos da floresta. 

As embarcações são destinadas tanto ao transporte de pessoas quanto ao escoamento de mercadorias e surgem como uma alternativa aos barcos movidos à diesel, que são altamente poluentes, prejudicando a qualidade da água e do ar, e têm um alto custo. 

AeroRiver – Barco voador

AeroRiver – Barco voador

amazonas
O Volitan, chamado de barco voador, está sendo desenvolvido pela AeroRiver, uma start-up do ramo de mobilidade cujo objetivo é desenvolver soluções inovadoras no transporte de pessoas e cargas na Amazônia, onde a logística depende do ciclo dos rios e de um caríssimo transporte aéreo, fator que dificulta e até inviabiliza muitos negócios. 

Com autonomia para até 450 km, o veículo terá a capacidade de transportar até dez passageiros ou o equivalente a 1 tonelada em carga, atingindo uma velocidade de cruzeiro de 150 km/h. A decolagem e pouso serão feitas nos rios, o que dispensa infraestrutura de portos ou aeroportos. 

Além disso, devido ao efeito solo, uma aerodinâmica que impulsiona a propulsão, o veículo é até 40% mais eficiente que aviões da mesma categoria e pode reduzir o tempo de uma viagem de Manaus a Parintins, por exemplo, que dura em média 10 horas de lancha, para 3 horas. De avião, esse percurso leva cerca de 1 hora.

Bio 6 Sustentável

Bio 6 Sustentável

tocantins
Start-up de base tecnológica que transforma a casca do camarão, um resíduo da indústria, em produtos bioativos que podem ser usados na produção de biocombustíveis, bioplástico, cosméticos, solvente, resinas e até para a descontaminação de efluentes. 

Por meio da química sustentável, a Bio 6 desenvolve produtos e materiais inovadores com base em matérias-primas renováveis, recicláveis e com melhor desempenho e menor emissão de carbono, contribuindo para reduzir o desperdício e a geração de resíduos, mitigar os impactos das mudanças climáticas e promover uma transição para uma economia circular, de baixo carbono e de base biológica. 

Hylaea

Hylaea

acre
Fundada em 2022, no âmbito do Programa Inova Amazônia do Sebrae, a Hylaea é uma start-up que atua na pesquisa e desenvolvimento de insumos farmacêuticos tendo como inspiração a floresta amazônica.

Sua principal atividade é a produção de ibogaína ⎯  um princípio ativo usado pela indústria farmacêutica no tratamento de dependência química, depressão e Doença de Parkinson ⎯, que é obtido a partir de uma planta da floresta amazônica, a voacangina.

A empresa nasceu de uma pesquisa científica e se transformou em um negócio promissor. 

TerraMares

TerraMares

rio grande do sul / amazonas
Start-up criada em 2019, a TerraMares um banco de cianobactérias e microalgas de diferentes regiões do Brasil, inclusive dos rios amazônicos, que podem ser usadas para a produção de bioinsumos para a indústria agrícola, substituindo adubos e fertilizantes químicos. 

A empresa, que foi criada no Rio Grande do Sul mas atua, também, no Amazonas, ainda produz biomassa com aplicação para biorremediação e geração de bioenergia, tudo isso empregando tecnologia 100% nacional.

Projeto A2Fuel / Senai – Biocombustível de macaúba

Projeto A2Fuel / Senai – Biocombustível de macaúba

mato grosso do sul
O óleo de macaúba, palmeira presente em quase todas as regiões brasileiras, entre elas a Amazônia, é bastante empregado na produção de sabão e nas indústrias alimentícia e farmacêutica. Uma pesquisa feita pela empresa Tecnored Desenvolvimento Tecnológico S.A, em parceria com o Instituto SENAI de Inovação em Biomassa, revelou também seu potencial como fonte de produção de biocombustíveis. Os cocos da macaúba têm amêndoas que são revestidas por uma polpa com altíssima capacidade de produção de óleo. Esse óleo é incorporado aos processos produtivos da indústria e pode ser usado na produção de biodiesel e bioquerosene, o que atenderia metas de descarbonização do Brasil e das empresas de aviação.

Em nossa exposição física, os visitantes foram convidados a votarem nas melhores formas de prezar pelo desenvolvimento da Amazônia. Confira abaixo as opções de caminhos e quais delas foram mais votadas.

50/70